Kinect chega no Brasil para Xbox a R$ 599.

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A Microsoft reuniu os jornalistas para mostrar os planos da sua parte de videogames no Brasil. A boa notícia: a Live brasileira chega por R$ 89 anuais, com diversas ofertas de pontos, sem necessidade de cartão internacional. A má notícia: os novos equipamentos chegam a preços salgados: o Kinect, que permite controlar o Xbox 360 sem controles, chegará às lojas no dia 18 por R$ 599 (mais que o dobro do preço americano, US$ 150). A Microsoft também anunciou a chegada da bonita e silenciosa versão Slim do Xbox 360, em duas versões, por preços não muito atraentes. Mas o Xbox 360 Elite antigo está com um preço melhor. Muitas informações para quem gosta de videogames. Vamos fase a fase.

Kinect
Lançado oficialmente hoje nos EUA e Europa, o Kinect chegará ao Brasil oficialmente em duas semanas, por aqueles salgados R$ 599, ou 356 dólares. A Microsoft está apostando alto na nova plataforma: os executivos disseram hoje que este é o maior lançamento da história da divisão do Xbox, e a expectativa é que sejam vendidas pelo menos 5 milhões de unidades no mundo até o natal. 
Estarão disponíveis aqui 4 jogos inicialmente, com legendas em português, e até o fim do ano o catálogo contará com cerca de 20 títulos. Por ora o Kinect só entende comandos em inglês e espanhol, mas em algum momento do ano que vem o suporte ao PT-BR deve aparecer. A única preocupação (além do preço) que os jogadores brasileiros devem ter é os requisitos de espaço. Em vários reviews que saíram hoje, as pessoas reclamaram que era necessário pelo menos 2 metros de verdade para interagir perfeitamente com os jogos. A Microsoft disse hoje que era preciso apenas 80 cm de distância, com 1 metro ele funcionaria perfeitamente. Para mais gente, quanto mais espaço melhor. A ver. Em termos de compatibilidade, ele funciona com qualquer versão do Xbox 360 que você tiver. 
O Kinect dá um certo orgulho nacional, já que Alex Kipman, o seu mentor, é brasileiro (apesar do nome e sotaque), tanto que o nome do Kinect enquanto projeto era Natal, em homenagem à bela capital do Rio Grande do Norte. Kipman, que disse estar emocionado de apresentar o produto final aqui, falou sobre o momento Eureka!, em solo brasileiro: 
"Estava em uma chácara perto de Curitiba, e um dia acordei sem tecnologia ao redor de mim, e achei legal. E pensei: o pessoal está passando tempo demais colocando gadgets, gizmos e botões ao nosso redor. Nós estamos ficando escravos disso. Nossa ideia seria tirar os controles, os botões. Que a tecnologia começasse novamente a nos servir. Assim começou a jornada do Kinect”
Kipman se negou originalmente a fazer uma comparação com o PlayStation Move, lançado agora, mas depois soltou: "Eu tinha a opção de ser derivativo ou inovador. O Kinect é diferente: é movimento, voz, identificação. É uma experiência, um modelo de interação do ser humano com a máquina, totalmente diferente."
 Xbox Live Brasil 
Disponível a partir de 10 de novembro, a assinatura anual da Live custará R$ 89, R$ 39 por 3 meses e R$ 15 por 1 mês para quem quiser experimentar. Serão aceitos os cartões Mastercard e Visa e o processo pode ser feito pelo Xbox ou no site Xbox.com. No varejo, os preços serão diferentes (mais caros). Copiando a tabelinha do chapa Pablo, que deu as informações antes no Gamer.BR:
 Online
1 mês – R$ 15,00
3 meses – R$ 39,00
12 meses – R$ 89,00
500 pontos – R$ 12,50
1000 pontos – R$ 25,00 
2000 pontos – R$ 50,00
5000 pontos – R$ 125,00
Loja (Card)
3 meses – R$ 55,00
12 meses – R$ 129,00
1500 pontos – R$ 49,00
4500 pontos – R$ 145,00
1500 pontos é um valor meio cruel, já que a maioria dos jogos custa 800. De todo modo, há várias opções para você gastar o seu dinheiro comprando Limbo
E quem já tem assinatura da Live americana? Haverá um processo de migração pelo site brasileiro do Xbox.com ou dentro do videogame. Você manterá tudo que foi comprado (exceto conteúdo do Zune), pontos e joguinhos, sem problemas. O problema é que nem tudo estará disponível: os jogos da Live Arcade e sob demanda serão liberados aos poucos para o Brasil (já que é preciso passar pela classificação do Ministério da Justiça) e o Marketplace pode ser meio deserto neste primeiro momento, mas a Microsoft está correndo para sincronizar os lançamentos. Oremos. A Microsoft aconselha, inclusive, que usuários façam o backup de jogos e itens comprados antes de fazer a transferência. Jogos comprados na Live Arcade e que foram apagados não poderão ser baixados novamente agora. Se você for migrar, faça um backup ou baixe tudo antes de virar um gamer brazuka. Quem ainda tiver dúvidas, pode ligar para o 0800-761-7454 (ou 4706-0900 em SP) que os atendentes estarão preparados para ajudar o imigrante.
A Microsoft não disse quantos jogadores devem fazer a migração, mas estão bem empolgados com o tardio lançamento. Guilherme Camargo, gerente de produto que tinha falado antes com a gente sobre o preço do console, anunciou: "a Live vai mostrar, com números, com a cara do consumidor do Xbox, que o mercado oficial do Xbox Brasil está crescendo, que o mercado oficial é importante. Trazendo a Live fechamos um ciclo, do lançamento do produto. Agora vamos expandir as fronteiras." 
Em outras palavras: mais gente na Live brasileira vai significar números maiores e a possibilidade de pressionar os deputados sobre a revisão da carga tributária. Estou dentro. 

Xbox Slim
Nós gostamos um bocado do Xbox "Slim": menor, com mais HD e mais silencioso. Ele finalmente chega ao Brasil, mas os preços não são tão simpáticos:
* Xbox 360 Slim 4 GB + Alan Wake + Forza 3 + cabo HDMI: R$ 1.299
* Xbox 360 Slim 250 GB + Alan Wake + Forza 3 + cabo HDMI: R$ 1.899.
* O kit Elite atual, de 120 GB, com outros dois jogos e cabo, teve um corte de R$ 200 no preço, e agora sai por R$ 1.399. 
A Microsoft também anunciou que lançará até janeiro alguns acessórios oficiais, como o tecladinho para acoplar no controle, headset sem fio e cabo para passar os dados. Alguns jogos tiveram um preço remarcado. Halo Wars, Too Human, PGR4 e Viva Piñata – Trouble in Paradise custam agora R$ 79 em qualquer loja.
E é isso, pessoal. Dúvidas sobre o videogame da Microsoft, que ganha novo fôlego no Brasil agora, mandem nos comentários que nós responderemos. DEpois de jogar mais um pouco do Kinect, é claro. Dançando, especialmente. 

Google Instant Search agora está disponível para iPhone e Android

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Se você é fã do sistema  Instant Search, aquele meio estranho mas bacana do Google, então temos boas notícias: agora ele está disponível para aparelhos com Android e para iPhones – desde que você esteja rodando o Froyo e o iOS 4. [Google Blog]

Apple: iPhone com SIM card integrado?

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No interminável esforço para simplificar forma e funções, a Apple parece que quer resolver também o problema do SIM card, deixando-o - como há tempos fez com a bateria - inacessível aos meros mortais.
Algumas fontes dizem que junto com a Gemalto a Apple estaria desenvolvendo um SIM card especial integrado diretamente ao iPhone, que permitirá ao cliente a escolha da operadora na hora da compra do celular ou mais tarde, baixando os respectivos aplicativos na App Store, sem a necessidade de entrar nas lojas das operadoras.
O SIM é constituído de um chip com uma memória flash para os dados da operadora e uma ROM pré-carregada da Gemalto, com informações relativas à segurança de rede. As configurações das operadoras poderão ser feitas por meio de conexão a um computador ou diretamente na rede. A Gemalto deve providenciar toda a infraestrutura de distribuição de dados para as configurações das operadoras.
Ainda segundo essas mesmas fontes, alguns dirigentes de companhias telefônicas francesas teriam visitado a sede da Apple para discutir os detalhes deste novo SIM card, que permite facilmente mudar de operadora.
[via macrumors]

Arco-íris de gelo ou o olho de Deus?

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Eu nunca tinha ouvido falar em arco-íris de gelo antes, até porque eles são bem raros. Ainda mais raro são evidências fotográficas do fenômeno. O fotógrafo Reyaz Limalia registrou um deles enquanto dirigia pelo interior da Inglaterra, e quase bateu o carro por isso.
Tecnicamente, um arco-íris de gelo não é exatamente um arco-íris. Enquanto os arco-íris tradicionais são criados quando a luz reflete nas gotas de chuva, os arco-íris de gelo são criados quando a luz atravessa nuvens em grandes altitudes, quando o Sol está bem no alto.
Incrível, não?

[Review] Google TV: uma espiada no futuro

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Em 2010, a sensação é que todo mundo quis invadir a sua sala de estar. A maioria das empresas começou a invasão com caixas de streaming, mas o Google quer colocar um computador de verdade na frente do seu sofá. É como um Android, só que para sua TV.
A maioria das empresas de streaming de conteúdo está basicamente tentando imitar  o que eles acham que você faria ao plugar um computador na TV: streaming de vídeo, visualização de fotos, compra de seriados, filmes e músicas. O Google foi além e colocou toda a experiência do computador – navegador e aplicativos – no esquema. Esteja você usando o set-top box da Logitech, ou uma TV engooglada da Sony, a sensação é de estar vendo uma fresta do futuro, onde as diferenças entre o que você faz num computador ou num set-top box na frente de sua TV serão muito pequenas.
Conectando pela Internet TV, da Sony, ou na caixinha mágica Revue, da Logitech, a interface básica do Google TV é a mesma. Quando você a abre, há barras verticais indicando onde ir, como aplicativos, páginas da web em destaque e várias outras opções de conteúdo da internet. Claro, há acesso imediato pelo browser também. A ideia é bem direta porque você basicamente usa o navegador para fazer tudo, mesmo que o Google tente escondê-lo de você boa parte do tempo.
Levando em consideração que o hardware disponível agora é o equivalente a um netbook ou um nettop de 2008, a performance do sistema não é ruim – a visualização de vídeos não é cheia de soquinhos, e as máquinas respondem ao comando com um pequeno lag. A coisa não será tão rápida quanto seu desktop ou laptop de última geração, mas o sistema só fica lento mesmo quando você faz muitas coisas ao mesmo tempo, basicamente no multitarefa. Mas, oras, entenda de uma vez: isso tudo na TV. DENTRO da TV! E é possível fazer chats com vídeo pela TV pela caixa da Logitech.
A arte de encher de QI sua televisão com conexão a internet que inclui Netflix (apenas para os americanos), Amazon e YouTube. E o cérebro só irá aumentar quando a loja de aplicativos do Google TV chegar, recheado de boas pedidas, como o VLC, jogos, Skype etc.
Disponível em conjunto com a set-top box ou apenas na TV mesmo, o Google e seus parceiros cobrem boa parte dos possíveis compradores. Quer uma adição monstruosa ao seu sistema de home theater e TV superpoderosa da sala? A escolha é o Revue, da Logitech. Quer algo mais independente e minimalista para ser a TV da sala ou do quarto? Internet TV, da Sony, disponível (por enquanto só nos EUA) em vários tamanhos, já que dá acesso aos aplicativos básicos e mata a urgência do tipo “eu preciso ver isso na internet nesse exato segundo”. Apesar de ambos terem um controle remoto próprio (o nerd dentro de mim amou o controle entupido de teclas que vem no Revue), você pode usar seu Android como controle remoto de forma bem simples e efetiva.
Como essa coisa é um computador, você tem que usar um controle remoto separado, ou seja, nada de controles universais. Com os aplicativos chegando em massa no Google TV em 2011, a sensação é que ele é uma faxineira que não limpará seu banheiro. Ter um navegador é ótimo para abrir as informações de House na telona enquanto vê o seriado mas, nos EUA, canais como a ABC, CBS e NBC, três dos maiores canais do país, já bloquearam seus sites para acesso via Google TV, eliminando grande parte dos seriados gratuitos disponibilizados na web. Porém, como a tendência é que esses canais façam seus próprios aplicativos, o problema deve ser resolvido em breve.
Outra questão, que também envolve o fato do sistema ser um computador, é que o ciclo de atualização de sua TV será muito mais veloz. Hoje, sua TV só fica obsoleta se ela não for full HD ou 3D. Agora, ela ficará obsoleta se não puder rodar a próxima versão do Google TV/Android. E isso é algo a levar em consideração quando você estiver na dúvida entre um televisor ou um set-top box do Google TV.
A experiência como um todo do Google TV é bem sólida mas, hoje, é difícil argumentar que vale a pena gastar U$300 num aparelho, quando há modelos de U$100 e U$150 da Apple e da Roku, que têm experiências bem próximas. Porém, como estamos com um olhar no futuro aqui, nós estamos otimistas com a possibilidade do Google TV deixar para trás as outras caixinhas de entretenimento quando os aplicativos chegarem à plataforma. Não há previsão de chegada oficial do Google TV por aqui e as empresas de conteúdo ainda devem estar engatinhando na criação dos aplicativos de conteúdo para nós. Se o Google TV é realmente uma visão do futuro, levaremos a ideia ao pé da letra e esperaremos um bocado para vê-la em ação.

Advance Video System: o computador da Nintendo que nunca foi lançado

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No Japão, a Nintendo lançou o Famicom em 1983. Além dos dois controles, o videogame acabou ganhando um teclado – o que ajudou a sustentar o slogan de “o computador da família.” A versão lançada no Ocidente, porém, era bem diferente.
A Nintendo queria levar o Famicom para a América do Norte e, inicialmente, entrou em contato com a Atari para uma possível parceria. A nova máquina teria a marca “Atari”, mas o hardware e o software seriam criados pela Nintendo. O acordo nunca se concretizou, e então a dona do Super Mario seguiu em frente com seus próprios planos.


O objetivo da empresa era criar uma máquina sofisticada. Seria um passo adiante do Family Computer, já que teria teclado, um controle, uma “arminha” (light gun) e até mesmo um gravador de fitas. Esses acessórios eram sem fio, inclusive – funcionavam com infravermelho.

Com a popularidade do MSX no Japão, tanto como videogame quanto computador, a Nintendo lançou o Family Basic em 1984 – ele tinha um teclado e permitia alguns “exercícios” de programação. Aparentemente, a Nintendo achou que os jogadores norte-americanos também queriam algo mais “tecnológico” em vez de simplesmente um videogame.

Em 1984, então, a empresa japonesa apresentou o “Advance Video System” (AVS) (foto do topo). O protótipo foi exibido uma única vez, na feira de eletrônicos Consumer Electronics Show (CES), e parecia mais um computador do que um videogame. A recepção na CES foi morna, e a Nintendo descartou o projeto. No ano seguinte, ela retornou com uma nova versão do Family Computer e o robozinho R.O.B (Robotic Operating Buddy). As ambições da empresa no quesito “computadores” continuaram no Japão, onde ela lançou o Family Computer Disk System, em 1986 (acessório que lia discos flexíveis). O AVS, porém, nunca chegou ao mercado. Uma das poucas chances de ver um desses de perto é ir até a Nintendo World Store em Nova York, que tem a raridade em exibição.

Conheça o PlayStation Phone

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Parece que o pessoal do Engadget  colocou as mãos em fotos de algo bem interessante: um PlayStation Phone. Nós já ouvimos falar deste misterioso dispositivo antes, mas esta é a primeira foto de um protótipo que vemos.
O celular aparentemente terá tela entre 3,7 a 4,1 polegadas, processador Qualcomm MSM8655 de 1GHz, 512MB de RAM, 1GB de ROM - você terá bastante espaço para salvar jogos - e suporte para cartões SD (nada de Memory Stick), além de câmera com flash.
O aparelho tem um touchpad no centro, que aparentemente é multitoque e serviria de controle analógico, e como é de se esperar de um PlayStation Phone, ele tem os botões característicos da plataforma - quadrado, círculo, triângulo e xis, além do L e R na parte superior do slider.
  
Especula-se que ele vai rodar Android 3.0 e oferecer um Sony Marketplace personalizado, para você comprar e baixar jogos para a nova plataforma. O Android não está customizado na foto, mas talvez venha com uma personalização da Sony Ericsson quando o aparelho for lançado - o que deve acontecer só em 2011. Visite o Engadget para mais fotos e detalhes: 

Avatar 2 e 3 serão filmados novamente com câmeras 3D

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Enquanto todos os sete donos de TVs 3D no mundo  esperam pacientemente o lançamento do Blu-Ray 3D de Avatar, a 20th Century Fox anunciou que James Cameron já assinou contrato para dirigir Avatar 2 e 3, em 2014 e 2015.
É uma longa espera, sim. Ele vai começar a escrever os filmes no início do ano que vem, supostamente, e começará a trabalhar em Avatar 2 no fim do ano que vem. Avatar 2 deve chegar aos cinemas em dezembro de 2014, enquanto o terceiro filme vem um ano depois, provavelmente bem a tempo de encontrar as carteiras cheias do natal.
Atores, roteiros e outros tipos de detalhes não foram ainda confirmados (e eu duvido que mesmo o Cameron saiba de muita coisa, já que ainda não começou a roteirizar), mas o diretor falou que os filmes "não recuarão na potência visual e emocional de Avatar, e continuarão a explorar seus temas e personagens que tocaram os corações de audiências de todas as culturas ao redor do mundo".

Google pagará indenização a Barrichello

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Rubinho Barrichello finalmente ganhou uma esse ano…. Brincadeiras a parte, a notícia na verdade conta a história da condenação do Google no valor de R$ 200 mil por danos morais ao corredor brasileiro.
A condenação ocorreu devido a conteúdos que difamavam o piloto de Fórmula 1 em seus domínios. A empresa já havia sido condenada em primeira instância ao pagamento de R$ 850 mil por danos morais mais R$ 50 mil para cada novo perfil falso inserido na rede social Orkut. Mas a nova decisão reduziu o valor para R$ 200 mil.
A ação de Barrichello contra o Google iniciou em 2006, quando foi solicitado que a provedora de serviços de Internet excluísse “conteúdo lesivo à sua imagem (comunicados e perfis criados por terceiros), bem como ser indenizado pelos danos morais sofridos em razão da conduta ilícita de usuários do serviço e da mora em corrigir a situação”.
Que coisa não..
Via | Terra

LimeWire é proibido de fazer qualquer atividade relacionada a troca de dados P2P.

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Uma decisão da Justiça de Nova York, EUA, manda que o software LimeWire pare de fazer qualquer atividade relacionada a troca de dados P2P. A corte ainda pede para que a empresa responsável pelo software dê em até 14 dias um relatório com os passos tomados para que a decisão seja cumprida.
O LimeWire deve também comunicar a todos os seus usuários que não vai mais ser um P2P. A empresa ainda pode aproveitar a marca em outros serviços, como o de distribuir músicas por meio de pagamentos e contratos com as gravadoras.
A decisão é uma grande vitória da indústria da música, que vinha espremendo o LimeWire há um bom tempo.

iPhone branco só em 2011

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A Apple anunciou que vai atrasar o lançamento do iPhone branco para a primavera do hemisfério norte, que começa em março.
Trudy Muller, porta-voz da Apple, não quis dar nenhum motivo para o novo atraso. As promessas de lançamento do iPhone branco vem sendo postergadas desde julho.
Via | smh

Novo Windows só em 2012

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O sucessor do Windows 7 deve chegar em 2012. O possível “Windows 8″ (nome nem perto de ser confirmado) constou em um fórum da Microsoft Holanda. Foi mencionado por cima, não mais.
Só diz que os trabalhos pelo novo sistema operacional começaram. Os novos recursos não trazem nada de muito inovador: mais velocidade para ligar e desligar, versão para tablets e suporte para videoplayer e games 3D nativo.
Claro que muito vai rolar e mudar no próximo Windows até 2012.
Via | Info

O mistério do interruptor lateral do iPad

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Como já dito por Steve Jobs, o novo procedimento para bloquear ou desbloquear a rotação da tela do iPad com o novo iOS 4.2 será o seguinte:
- duplo clique em home para mostrar o dock dos aplicativos em multitasking;
- deslizar para a direita para mostrar algumas funções, entre as quais estará o bloqueio da rotação da tela;
- clicar no ícone de rotação da tela para bloquear ou desbloquear;
- home de novo para retornar ao aplicativo utilizado.
Um procedimento muito mais longo e incômodo que o atual (simples acionamento de um interruptor lateral). A história poderia terminar por aqui não fosse o fato que nas atuais versões beta do iOS 4.2 o interruptor lateral não desativa todo áudio do iPad, mas serve somente para silenciar os toques telefônicos do aparelho.
A este ponto vocês devem se perguntar do que se trata, visto que o iPad notoriamente não pode ser usado como telefone, nem na versão 3G. Também nos fizemos a mesma pergunta e acabamos descobrindo algumas coisas interessantes.

Como podemos ver neste screen shot feito na primeira versão beta do firmware 4.2, acionando o interruptor lateral aparece o símbolo típico do sino com a barra, enquanto neste screen shot feito na terceira versão beta do iOS 4.2 o símbolo é de um auto-falante com a barra, o que deixa tudo muito confuso.
Em ambos os casos o áudio é reproduzido mesmo se o interruptor lateral for acionado, enquanto silenciam os sons dos aplicativos VOIP como Fring ou Skype. Para desativar completamente o áudio a única possibilidade é manter o botão do volume pressionado até o mínimo.
Provavelmente a Apple está tentando uniformizar o comportamento dos vários dispositivos dotados de iOS, para semplificar a gestão das atualizações do software e para não desorientar os usuários.
Ficamos na espera de testar a versão definitiva do iOS 4.2, anunciada para o início de novembro, para entender exatamente quais as funções e quais ícones serão usados no interruptor lateral do iPad.
De qualquer maneira não quer dizer que em uma futura versão do iOS não seja possível configurar as funções do interruptor como quisermos. No fundo esta pode ser também só mais uma das tantas meias-verdades do Sr. Jobs.