LG apresenta o mais fino Smartphone do mundo

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Ainda temos algumas novidades que surgiram na ultima CES, trata-se do novo smartphone da LG que foi considerado o mais fino do mundo.
O Optimus Black possui apenas 9,2 milímetros de espessura e conta com todo o poder do SO Android. ele conta também com uma tela LCD que segundo a fabricante consome cerca de 50% menos energia que uma tela normal.
Entre outras características do LG Optimus Black estão uma câmera de 2 megapixels frontal para ser utilizada em vídeo chamadas, conexão Wi-Fi e Bluetooth.
Esse smartphone da LG será lançado no primeiro semestre de 2011, porém novas informações devem surgir até lá.
Via | LG

Campus Party 2011: Depois de "apagão", organizadores anunciam instalação de 10 novos geradores

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Você já viu aqui no Eletrônicoblog que houve queda de energia ontem em volta das 17:50 na Campus Party 2011, voltando apenas em volta das 18h55, a Futura Networks organizadora do evento, em nota por e-mail informou que foram instalados 10 novos geradores durante a madrugada no Centro de Exposições Imigrantes, para que o problema não volte a ocorrer.
Também foi informado que devido aos problemas meteorológicos ocorrentes em São Paulo, em caso de nova queda, a energia voltaria em no máximo 10 a 15 minutos, pedindo também para que os participantes fiquem em seus lugares por medidas de segurança (ou para evitar os tumultos que os campuseiros fizeram durante o apagão de ontem).
Hoje durante a tarde um forte vendo assustou os campuseiros que estavam lanchando no pavilhão do lado de fora, quando fez copos e cartazes voarem das mesas e lanchonetes, mas foi apenas um evento isolado.

Cisco lança roteador de banda dupla com velocidade de até 450Mbps

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Se você está pensando em adquirir um roteador Wi-Fi para sua casa e quer o que mais tiver de potente no mercado, preste atenção no novo dispositivo da Cisco que promete não só deixar você baixar os melhores filmes (já que ele tem sistema que prioriza a banda para download de filmes), mas também “emprestar” sua rede para seus camaradas!
O mais recente orgulho da empresa se chama Linksys E4200, um roteador 802.11n de banda dupla que está entrando no segmento “high”. Ele utiliza uma configuração 3×3 Multiple Input Multiple Output (MIMO) que permite chegar em 450 Mbps com uma banda de 5GHz e 300Mbps em uma banda de 2,4 GHz. O Linksys ainda vem com conectividade USB e capacidade UpnP Media Server para compartilhamento em rede. Ele possui ao todo 4 portas Gigabit Ethernet (10/100/100) para compartilhar sua poderosa rede com os amigos, seis antenas e vários amplificadores de sinal interno e externo para “poderosificar” ainda mais a sua banda larga.
Para quem gosta de conectar todos os dispositivos, ele tem compatibilidade com televisões com acesso à internet, tablets, videogames, smartphones, eReaders e dispositivos VoIP. O roteador custa em média $ 179,99 dólares e estpa disponível para compras nas lojas Best Buy
Via | Engadget

Tablet popular no Brasil começa a virar realidade

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Quando dissemos que a Dilma queria popularizar os tablets  e encarregou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, de conversar com fabricantes nacionais para realizar a ideia, teve gente que pensou ser só conversa. Bem, parece que não: o ministro disse à Folha que quer obter incentivos fiscais para tablets, e já começou a conversar com as fabricantes.
O incentivo fiscal viria classificando tablets como computadores: assim eles terão isenção de IPI, PIS e Cofins. As discussões no governo para tornar esta ideia realidade começam na segunda-feira, e as fabricantes parecem dispostas a investir em tablets mais baratos, caso as negociações deem certo. Para aproveitar a isenção de impostos, os tablets precisarão ter uma configuração mínima e um preço máximo, definidos pelo governo – como funciona hoje pros PCs do programa Computador para Todos.
E Paulo Bernardo diz algo crucial: “acesso à internet é condição fundamental”. Mas como será esse acesso no tablet? Já revelamos certa preocupação com o projeto, já que internet móvel – usada pelos tablets – não é tão acessível e nem estimulada pelo governo em programas de inclusão digital, como o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).
Segundo a Folha, a Positivo já foi abordada e considerou a criação de tablets por menos de R$700. A ideia original são tablets por até R$500.

Este iate fenomenal consegue até voar

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Sim, é um conceito. Não, não é uma loucura assim tão grande. Este iate voador de 36m de comprimento poderiafuncionar. Afinal, é só um ecranoplano  bem bonito, híbrido de avião e embarcação que pode flutuar como um navio e voar por alguns metros pela superfície da água.
Ecranoplanos foram criados originalmente na Escandinávia, mas foi Rostislav Alexeev, engenheiro soviético do Bureau Central de Design de Hidrofólios, que os aperfeiçoou e construiu monstros como este aqui:

Na época, estes híbridos de navio e avião foram criados para transportar vastas quantidades de máquinas pesadas de guerra e soldados a uma velocidade bastante alta, usando uma coisa chamada efeito solo: à medida que o ecranoplano aumentava de velocidade, as pequenas asas interagiam com a superfície embaixo, levantando a nave por alguns metros acima da superfície da água. O maior ecranoplano durante esses anos era o “Caspian Sea Monster”, um titã de 550 toneladas que poderia viajar até 20m acima da água, voando a impressionantes 740km/h – muito mais rápido que qualquer outro transporte aquático.
Depois do colapso da União Soviética, os ecranoplanos militares de larga escala foram abandonados. No entanto, outras empresas vêm construindo ecranoplanos menores, e alguns conseguem levar até seis pessoas. Nenhum deles tão grandes como este EkranoYacht que, mesmo sendo tecnicamente possível de se desenvolver e construir, provavelmente seria caro demais até para bilionários russos. Dito isto, se tiver algum bilionário russo lendo isto, então por favor transforme este conceito em realidade, e liga pra gente. Você vai deixar muito nerds bastante felizes, incluindo eu.

Motoristas chineses estão pagando gente para ficar no trânsito no lugar deles

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Não sei você, mas eu até consigo aproveitar meu tempo no trânsito. Fico olhando as pessoas, jogando Angry Birds, procurando um solo de bateria perfeito do Phil Collins… Mas dez horas  de engarrafamento? Aí não dá. Então faz sentido que empresas chinesas estejam alugando pessoas para ficarem em engarrafamentos.
E como funciona esse aluguel? Segundo o China Daily, o motorista saca o celular e liga para o serviço. O substituto é trazido de moto, e o motorista é levado – também de moto – para seu destino, através do trânsito. O serviço é voltado para pessoas “com compromissos urgentes ou reuniões de negócios… e para aqueles que vão pegar voos e não podem esperar no trânsito por muito tempo”. E para mulheres também, que segundo o China Daily “se sentem fisicamente desconfortáveis se esperam muito tempo no trânsito dentro do carro”.
Claro, o serviço tem seus problemas: não é exatamente seguro andar de moto no meio de milhares de carros, e é proibido andar de moto em certos lugares, como rodovias. E claro, é difícil confiar num estranho para cuidar do seu carro. Mas num país onde o carro se massifica e engarrafamentos se tornam cada vez mais comuns, mesmo em cidades pequenas, pagar até R$100 pelo serviço pode ser a única alternativa.

Se você morasse em outro país, você gastaria mais energia? Ganharia mais dinheiro? Este site responde

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Do mesmo site que nos assustou com visualizações que mostravam como era enorme o vazamento de petróleo da BP, vem esta ferramenta de comparação entre países. Escolha dois países – digamos, Brasil e Argentina  – e você vai ver todo tipo de diferença. Renda, desemprego, expectativa de vida, consumo de energia – está tudo lá.
Para cada país (e o desenvolvedor Andy Linter colocou muitos), há detalhes como desigualdade social, consumo de petróleo, chance de contrair AIDS e mais. Depois de brincar um pouco no site, eu fiquei impressionado com algumas coisas que descobri!
As estatísticas da Argentina são, em geral, mais favoráveis que no Brasil. Lá eles ganham mais dinheiro  em média, a desigualdade é menor, e eles vivem mais. Só que o desemprego é maior, e eles têm que gastar mais em saúde, e usam mais eletricidade e petróleo. Mas obviamente eu deveria estar fazendo as malas era para ir às Ilhas Faroé, enunca mais voltar

A aristocracia do Twitter: nomes de usuário com apenas uma letra

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Tá vendo esse cara? O Andrei? Tá vendo a cara de metido dele? Quer saber porque ele está tão metido? Não só porque ele é “um amante da cerveja e cervejeiro”, mas porque o nome de usuário dele no Twitter é A. Só A. Ele é um dos 26 usuários alfabéticos do Twitter.
Eu sempre senti orgulho do meu endereço de e-mail sem números. Ele é limpo. É minimalista. É um sinal de que cheguei lá antes dos outros Sam Biddles (trouxas!). “Poucas coisas são tão toscas como um nome de usuário longo demais”, diz Alexis Madrigal ao The Atlantic. E ele está certo.
Mas estes tuiteiros truncados, do David Bragdon (o “@D”) ao Zach Brock (o “@Z”)… Alguns deles são até meio populares no Twitter (credo), como o Tantek Celik, vulgo @T, com 13.000 seguidores. Mas alguns deles estão parados. Como o Walter @W, com 33 seguidores. E ele até colocou uma imagem da barriga-tanquinho no perfil. Pode isso?
Eu fico imaginando o que a Juliette Melton, a @J, está fazendo agora. Provavelmente olhando pra ela mesma no espelho e sorrindo, depois olhando pro perfil dela no Twitter e sorrindo, e depois de volta ao espelho, pensando: “Você é a melhor, você é apenas @J… você conseguiu!” e depois de volta ao Twitter, ad infinitum. Bem, pelo menos é o que eu faria se fosse o @S.
E ei, Andrei: tá reclamando de ser o @A? SEM CHIAR, GAROTO.

Esta mansão, selada por mais de um século, agora é uma cápsula do tempo para todos admirarem

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Quando o francês Louis Mantin morreu em 1905, ele determinou que sua casa fosse selada por um século, e então reaberta ao público como um museu. E agora ela está efetivamente tornando-se uma capsula do tempo para todos verem.
A mansão francesa, localizada na cidade de Moulins, é cheia de artefatos e peças que Mantin havia colecionado ao longo de sua vida, incluindo pinturas, tapeçarias, pedras pré-históricas, relíquias egípcias e outras peças das eras medieval e neolítica.
De acordo com a BBC, a mansão está localizada em Moulins, uma cidade localizada no centro da França. Antes que a casa pudesse ser aberta ao público como museu, ela teve que passar por uma revitalização que custou 3.5 milhões de euros.
Quanto à Mantin, ele foi um solteirão que herdou um monte de dinheiro do seu pai e era basicamente obcecado por sua própria mortalidade. Aparentemente, esta foi a sua tentativa de imortalidade. A BBC explica um pouco sobre seus motivos:
Mantin teve apenas alguns anos para satisfazer suas fantasias estéticas. Sabendo que sua morte estava se aproximando, ele fez um testamento no qual ele se certificou que a sua estimada casa seria preservada.
“No testamento ele diz que quer que as pessoas em Moulins 100 anos depois fossem capazes de ver como era a vida de um cavalheiro culto de sua época,” disse o curador assistente Maud Leyoudec.
“Um solteiro sem filhos, ele estava obcecado com a morte e a passagem do tempo. Esta foi a sua maneira de tornar-se eterno.”
Aparentemente, ele nunca estipulou especificamente que a casa deveria ser selada quando ele morreu (apenas que ela deveria se tornar um museu depois de 100 anos), mas a cidade entrou na onda e fez isso de qualquer maneira. E isso é legal de ver, considerando que alguma autoridade pública francesa provavelmente poderia ter se intrometido e confiscado tudo, assim como a cidade da Filadélfia fez com a coleção Barnes.

STJ isenta Google por conteúdo do Orkut

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Sinais de mudança na justiça brasileira: o STJ decidiu hoje que o Google não pode ser responsabilizado por todo o conteúdo publicado no Orkut por terceiros. Assim, as dezenas de centenas de processos envolvendo danos morais, comunidades de chacota e imagens absurdas tendem a diminuir. Claro, desde que o Google seja rápido na identificação e remoção.
A decisão surgiu durante o julgamento de um processo corriqueiro contra a empresa: mulher ofendida pelo Orkut, com comunidade dedicada e tudo, entra com uma ação  indenizatória. Só que dessa vez, a ministra Nancy Andrighi argumentou que o Google não pode pagar pela ação de terceiros. Assim, quem aceita os termos de uso da rede social e as viola deve ser punido, e cabe ao Google remover e fornecer identificação do usuário à Justiça.
Num dos trechos mais lúcidos da Justiça brasileira sobre o assunto, o posicionamento da ministra:
Em relação à fiscalização do conteúdo, a relatora considera que não se trata de uma atividade intrínseca ao serviço prestado, de modo que não se pode considerar defeituoso o site que não examina e filtra o material nele inserido. A verificação antecipada, pelo provedor, do conteúdo de todas as informações inseridas na web eliminaria um dos maiores atrativos da internet, que é a transmissão de dados em tempo real.
Ainda pode ser cedo para o Google Brasil soltar fogos – decisões assim não são difíceis de derrubar, já que há vários processos ainda tramitando – mas a primeira posição do STJ “alinhada ao discurso da empresa” foi bem-vinda. Vale frisar também que essa decisão foi tomada porque o Google já havia retirado o conteúdo do site e adotado “todas as medidas que estavam ao seu alcance visando à identificação do responsável”. Ou seja, ainda é preciso que o Google seja eficaz no monitoramento da rede, o que de fato é sua responsabilidade. E o STJ concorda:
(…) [A] responsabilidade do Google deve ficar restrita à natureza da atividade por ele desenvolvida naquele site: disponibilizar na rede as informações encaminhadas por seus usuários e assim garantir o sigilo, a segurança e a inviolabilidade dos dados cadastrais de seus usuários, bem como o funcionamento e a manutenção das páginas na internet que contenham as contas individuais e as comunidades desses usuários.
Resta saber o que isso significa efetivamente: as comunidades, imagens e postagens ofensivas aumentarão? Ou o Google Brasil moverá mais pessoas para monitorar os anônimos de comportamento mal educado? E o número de processos cairá? Enquanto não obtemos respostas, ficamos aliviados com o pensamento mais moderno da Justiça brasileira em relação à internet e às redes sociais