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Lançamento do iPad 2: Apple Brasil quer ser mais pop

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À meia noite e um minuto — esqueça a pontualidade britânica, nada de 23h59 — um estande especial no shopping Iguatemi, em São Paulo, derrubava seus panos pretos, com uma multidão de ajudantes da Apple para guiar os compradores a duas mesas com iPads 2, os primeiros oficiais no Brasil. Atrás, uma dezena de famosos descolados em um evento organizado pela própria Apple, algo incomum nos últimos tempos. E a ideia de concentrar tudo em um só lugar surtiu efeito: a fila era longa.
A história, na realidade, repetiu vários dos passos de outros lançamentos da Apple no Brasil: alguém chegando na fila no meio da tarde, sendo o primeiro, atraindo um milhão de fotos e ganhando seus momentos de fama. A diferença, desta vez, é que Pedro Wilson, o tal número um que chegou às 15h, teve de lidar com um batalhão da imprensa, incluindo Globo, Bandeirantes e outros veículos que não costumam cobrir lançamentos de gadgets — na época do iPhone 4 e do primeiro iPad, por exemplo, só a imprensa especializada cobriu o evento.
Pedro engolido por câmeras e pelo microfone da Globo
A escolha dos “famosos posando para as fotos” também foi um pouco diferente dos últimos eventos. Se no ano passado o primeiro iPad foi recebido no shopping Higienópolis por um Zeca Camargo usando camisa havaiana, hoje o escrete era todo cool: metade da MTV (Marcelo Adnet, Marimoon, Dani Calabresa e até a ex-VJ Marina Person), Capital Inicial (é, sério), e Igor Cavalera e sua mulher discotecando com picapes e um iPad 2 do lado. Figurinhas da moda também marcaram presença. Como dessa vez nem operadoras nem varejistas organizaram o evento, coube à Apple Brasil escolher os descolados.
     

Escassez de aparelhos?

Centralizando o evento em um só lugar, a Apple Brasil conseguiu causar um buzz que lembrou o lançamento do primeiro iPhone (que teve Preta Gil brava por não levar um de graça, lembra?). Segundo o instituto Gizmodo de Pesquisas, cerca de 150 pessoas estavam na fila — e enquanto o Pedro Wilson comprava o seu primeiro, dezenas ainda estavam na porta de outras lojas, na fila, há metros de distância. Pela velocidade do passo, tudo indica que neste exato momento ainda há muita gente tentando levar um iPad 2 para casa. O lançamento mais veloz — com apenas três meses de diferença dos EUA e 24 semanas após o lançamento do primeiro iPad no Brasil — também contribui para o frenesi.
Porém, o excesso de exposição esbarra em uma provável decepção: segundo o Estadão, varejistas receberam menos unidades do iPad 2 do que no lançamento da primeira versão — há relatos de que alguns deles obtiveram apenas 200 unidades do aparelho. Se há dificuldades de abastecer as lojas nos EUA, imaginamos um grande problema por aqui também.
Tirando a festança publicitária, o evento foi importante para captar alguns detalhes: a Apple parece estar mais interessada no Brasil, com evento próprio, exposição e convidados por todos os lados. A “grande imprensa”, após a viagem de Dilma à China e o tal acordo com a Foxconn, também está mais interessada, o que é importante para não deixar a tecnologia apenas em pequenos nichos. O Pedro Wilson, por exemplo, provavelmente será pauta do Jornal Hoje.
Agora o iPad 2 já está à venda em vários sites, como Fnac, Submarino e Ponto Frio. O preço varia de R$1.650 a R$2.599. Se está caro? Um dos seguranças do shopping, enquanto batia um papo com seus colegas, expressou sua posição: “dois pau e meio nessa merda. Tem que ser maluco mesmo”. Se vale a pena comprá-lo? Calma, nosso review já está saindo do forno.

Apple vai montar produtos no Brasil?

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Depois de tantos rumores, especulações e apostas entre amigos (alguém me deve uma nota de três reais!), a Apple indiretamente confirmou o sonho de vários brasileiros e deve sim fabricar produtos no Brasil. A confirmação foi indireta por que a empresa não anunciou com todas palavras e sim com uma ação. Como bem sacou o pessoal do UOL Tecnologia, a Apple parece ter alterado seu registro de razão social que agora permite a montagem de produtos no país.

O novo registro da razão social, que pode ser visto no site do Jucesp Online, agora é Apple Computer Sistemas de Computação, Indústria, Comércio, Representação, Exportação e Importação LTDA. A razão social antiga, Apple Computer Brasil LTDA, só permitia a comercialização e suporte técnicos dos produtos e sistemas operacionais, dentre outras coisas, mas não permitia a sua montagem.
Os mais recentes rumores dizem que a responsável pela montagem dos aparelhos ficará a cargo da Foxxcon, a empresa chinesa que já fabrica diversos produtos da Apple e tem uma sede no Brasil. O incentivo para instalar uma fábrica no país seria a isenção de impostos nos produtos, abaixando o preço dos Macs, iPhones, iPods e tudo o que eventualmente puder ser montado em terras brasileiras do que importado de fora.

Atualização ontem às 21:30 | Como bem esclareceu o pessoal do AppleAddicted, a Apple não deve fabricar produtos no Brasil e sim licenciar uma fabricante (muito provavelmente a Foxxcon mesmo) para montá-los. A redação desse post foi alterado para refletir essa informação.

Atualização ontem às 22h29 | Não é nada disso que estamos pensando. Pelo menos é o que afirma o blog Mac Magazine, que diz ter apurado junto à Apple Brasil que a empresa em questão nada tem a ver com a representação da Apple no Brasil. Seriam empresas distintas, com um nome similar. Cabe lembrar, no entanto, que são diversos os relatos de que a Apple terá uma linha de montagem cá no Brasil. Há a promessa de que o governador de São Paulo anuncie o novo empreendimento ainda em abril. O jeito é esperar.

Até quando a imprensa vai escrever bobagens como essa?

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Observe o primeiro parágrafo de uma reportagem de destaque do jornal O Globo:
RIO – A troca de e-mails de Wellington Menezes de Oliveira está sendo analisada pela equipe da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Além da quebra do sigilo do correio eletrônico do assassino, os investigadores conseguiram rastrear um blog feito por Wellington, que usava a página na Internet para disseminar mensagens desconexas sobre religião e jogos como GTA e Counter Strike (CS), onde o jogador municia a arma com auxílio de um Speed Loader, um carregador rápido para revólveres, usado por ele no massacre de alunos na Escola Municipal Tasso da Silveira. Nos dois jogos, acumula mais pontos quem matar mulheres, crianças e idosos.
Os repórteres Antônio Werneck e Sérgio Ramalho obviamente nunca jogaram os GTA ou Counter-Strike, que sequer têm um sistema de “pontos”, crianças ou speed loaders. Mas eles estão fazendo a “obrigação” da imprensa: achar uma explicação mais elaborada para algo com uma explicação bem simples. O assassino de Realengo era um psicopata (ou, mais provavelmente como lembraram, um esquizofrênico em um surto psicótico), sem empatia, louco. Os detalhes serão interessantes para estudantes de disturbios mentais. Para a imprensa, acabou, não há muito mais de relevante a reportar a não ser a necessidade de sangue no Hemorio ou a dor das vítimas. Se ele gostava de videogames violentos, se era fanático religioso ou se tinha barba grande são detalhes que satisfazem a curiosidade mórbida do grande público que consome essas notícias com a mesma voracidade que acompanha a final do BBB, mas não explicam a situação.
É bem verdade que do Massacre de Columbine, nos EUA, para cá, a mídia evoluiu. Até bem pouco tempo atrás pareciam ser os videogames violentos os principais inspiradores de crimes do tipo. Mas agora ele é coadjuvante: e se você tiver o estômago para ler a reportagem de O Globo ou ouvir o Datena na Rádio Band, vai ver que o videogame só ajuda a “compor” o perfil do psicopata. Porque agora o que está na moda é culpar o fanatismo religioso. Mas devemos patrulhar a imprensa para evitar que continuem repetindo bobagens do tipo, antes que a “opinião pública” ressuscite leis anti-videogame.
A superexposição do caso e da intimidade do rapaz só satisfaz a curiosidade mórbida e vira combustível para gente raivosa, como os que picharam a casa dos familiares de Wellington. Devemos deixar isso de lado e discutir um controle mais rigoroso da venda e porte de armas (o exemplo da Inglaterra, motivado por tragédia semelhante, é interessante) e uma campanha para educar as pessoas a detectarem e tratar  jovens com transtornos psiquiátricos. Bobagens como a reportagem d’O Globo só desinformam.

iPad 2 será lançado em 25 países nesta sexta-feira, chega ao Brasil em abril?

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A Apple confirmou hoje que o iPad 2 será vendido oficialmente em 25 países a partir desta sexta-feira. Eles estão passando por escassez de estoques nos EUA, mas se estão lançando o aparelho em outros países, pode ser que o problema não seja tão grave assim.
Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia e Suíça receberão o iPad 2 no dia 25 de março.
Coreia do Sul, Hong Kong, Singapura e “mais países” receberão o iPad 2 em abril. A expectativa é que ele chegue a mais mercados em poucos meses, e a postura tanto da matriz americana quanto da Apple brasileira mudaram recentemente. Então acreditamos que o iPad 2 chega por aqui entre o fim de abril e o início de maio. Será que nossa bola de cristal está certa e o Brasil receberá o iPad 2 em breve?

Os registros do devastador terremoto no Japão

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Na manhã de hoje (madrugada no Brasil), o Japão foi atingido por um dos terremotos mais terríveis já registrados, o 5° mais forte desde 1900. O epicentro foi no nordeste do Japão, mas os moradores de Tóquio, a 373 km, também sentiram os tremores por causa de 16 réplicas do tremor que abalaram a costa do país. Além de prédios sacudindo os japoneses viram ondas gigantes e fogo. Neste inacreditável vídeo uma tsunami traz casas, barcos e lama flamejante para uma cidade:

Ainda é cedo para avaliar os estragos, mas o número de mortos confirmados chega a 40. O Google já montou o seu serviço para auxiliar a busca de pessoas, como fez nos terremotos da Nova Zelândia, ano passado. Apesar de ser um país incrivelmente preparado para tragédias, eles não estavam exatamente esperando isso: o terremoto de hoje é o pior do Japão desde 1932, quando morreram mais de 100 mil pessoas. Nunca saberemos como foi exatamente o terror naquele ano. Mas agora, quando todo mundo tem uma câmera na mão e o mundo está conectado, as cenas da força da natureza vêm de TVs e pessoas comuns diretamente para o Youtube:
O tsunami deve continuar afetando, em menor grau, outros países. Segundo a Folha:
‘A avaliação do nível do mar confirma que foi gerado um tsunami que pode causar grandes danos’, adverte em seu site o Centro, que pede que as autoridades ‘tomem as medidas apropriadas diante desta ameaça’.
México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia e Peru foram incluídos no último boletim do Centro, que fez o mesmo com Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Samoa e várias ilhas da Polinésia.
Inicialmente, o primeiro alerta foi emitido para Japão, Rússia, Filipinas, ilhas Marianas, Guam, Taiwan, Ilhas Marshall, Indonésia, Papua Nova Guiné, Micronésia e Havaí (EUA).
Esperamos que o número de vítimas não seja muito alto e acreditamos que os japoneses consigam reconstruir o país mais uma vez.  Toda a nossa solidariedade agora está com eles.

Vida alienígena: descoberta, finalmente?

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No fim das contas, os organismos descobertos naquele hostil lago californiano não eram mesmo grande coisa. Mas sem problemas – pelo menos eles descobriram algo interessante. Mas não tão interessante quanto isso: o Dr. Richard Hoover, um astrobiólogo do Space Flight Center da NASA, diz ter encontrado vida alienígena.
Vida alienígena de verdade. Nada de extremófilos terráqueos ou insinuações de novas formas de construção de vida que na verdade são apenas poeira nas lentes de um microscópio. Vida mesmo, e fora da Terra.
Se o relatório do Dr. Hoover se segurar contra uma análise mais minuciosa pela comunidade científica, poderemos, enfim, dizer: não estamos sozinhos.
De fato, se o relatório do Dr. Hoover se mostrar correto após tanta análise dos seus colegas, a vida como conhecemos pode ser na verdade bem comum e tediosa no grande esquema do universo.

Descoberta rara, vida comum

Então o que, exatamente, o Dr. Hoover descobriu? Algo bem impressionante: contidos dentro de nove meteoritos extremamente raros, chamados Condritos Carbonáceos CI 1, ele descobriu o que ele acredita serem fósseis de bactérias comuns que são ao mesmo tempo bastante similares e completamente diferentes do que existe no nosso planeta. Além de serem extremamente raros, esses meteoritos também são alguns dos mais raros do nosso sistema solar.
“A parte emocionante é que eles são em muitos casos reconhecíveis e podem ser associados de maneira muito próxima com as espécies genéricas aqui da Terra”, disse Hoover em uma entrevista com o Yahoo News. Alguns dos fósseis, porém, são bastante estranhos. “Há alguns que são simplesmente muito estranhos e não se parecem com nada que eu tenha conseguido identificar; eu os mostrei para muitos outros especialistas, que também não acharam nada.”
Mais especificamente, Hoover alega ter descoberto traços de filamentos e restos de organismos similares a algas chamados cianobactérias. Outro achado foi similar a uma bactéria chamada Titanospirillum Velox, que seria bem parecida com o que se encontra na Terra e pouco digna de nota, não fosse por um detalhe importante: a ausência de nitrogênio.
Esta diferença é importante, já que a falta de nitrogênio indica que as amostras são “os restos de formas de vida extraterrestres que cresceram nos corpos pais de meteoritos quanto a água líquida estava presente, bem antes dos meteoritos entrarem na órbita da Terra”, disse ele.

Uma validação e tanto

Hoover tem sido incrivelmente aberto quanto ao seu trabalho. Como dito anteriormente, a minuciosa análise por parte da comunidade científica já se iniciou, começando por 100 especialistas que começaram a dissecar o trabalho antes da sua publicação oficial. Um convite mais amplo e geral foi enviado a outros 5000 cientistas, tornando este um dos trabalhos científicos mais analisados da história. Esta análise e validação é algo bom, já que Hoover já fez afirmações similares sobre outros meteoritos que acabaram não se confirmando.
Se as descobertas forem validadas, no entanto, o jogo muda fortemente. Não apenas não estaremos sozinhos no universo, como seremos na verdade bastante comuns. [Yahoo News, The Guardian]
Atualização: já há contra-afirmações dizendo que o trabalho é uma piada.
Atualização 2: O Bad Astronomy, um blog que eu leio por considerar o autor inteligente e os seus comentários muito pertinentes, joga mais uma pá de cal na notícia. Que pena.

Eis o que acontece quando se juntam todos os rostos do mundo

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A National Geographic foi coletar estatísticas sobre a população mundial, que deve ultrapassar os 7 bilhões ainda este ano. E sabe o que eles descobriram? Aparentemente, a pessoa mais típica/média/frequente no planeta é homem, tem 28 anos e é da etnia chinesa Han (são 9 milhões deles no mundo). Mas eles não pararam aí: depois de tirar fotos de 190.000 pessoas, pesquisadores criaram uma imagem composta para mostrar como é a pessoa média no mundo.




Mas não se acostume demais com esta imagem. Daqui a 20 anos, a pessoa terá descendência indiana.

Campus Party 2011

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Campus Party Brasil 2011
Campus Party é o maior evento sobre tecnologia da América Latina, em mais um ano de sua edição aqui no Brasil. Iniciou hoje as 12h com a abertura dos portões para os campuseiros montarem suas barracas e se prepararem para uma semana cheia de conteúdos e novidades.
Enquanto o evento nao abre oficialmente e as palestras e oficinas nao começam, os campuseiros aproveitam para jogar video game e baixar tudo que eles conseguirem, porque a conexao é bem ràpida esse ano.
A partir de amanhã, dia 18, serão duas palestras diárias, às 13h e às 19h, com nomes como Al Gore, ex-vice-presidente americano, Steve Wozniak, um dos fundadores da Apple, Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web, Kul Wadhwa, diretor-gerente da Wikimedia Foundation/Wikipedia, e Stephen Crocker - um dos “pais” da internet.

Groupon enfrenta duas crises com consumidores em uma semana

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O site de compra Coletiva Groupon, o maior site do tipo no mundo, que quase foi adquirido pelo Google, está crescendo do mesmo modo que chuchu na cerca, porém a empresa esqueceu de usar os freios quando possível e teve duas crises com consumidores em menos de uma semana, sendo que eu uma delas, o fundador da empresa, Andrew Mason teve que pedir desculpas publicamente no Youtube.
O primeiro caso aconteceu no Brasil, no Rio de Janeiro, no dia 16 de Janeiro, em um clube da zona sul. Os consumidores do site compraram um voucher para um evento com feijoada, e acabou enfrentando uma fila gigante, devido ao despreparo do local para receber tanta gente. O resultado foram muitas brigas, cerca de 20 queixas policiais e uma pessoa levada para a delegacia. Cerca de 694 pessoas compraram a oferta, mas muitos ficaram sem a tão desejada feijoada.
O segundo caso aconteceu no Japão, no dia 17 de Janeiro, e envolveu uma oferta de “osechi”, uma comida típica muito apreciada no ano novo do país, porém a empresa vendeu tantos vouchers que o estabelecimento não conseguiu fazer todas as entregas a tempo, e outros consumidores reclamaram da falta de qualidade da comida entregue. Neste caso, o próprio CEO do Groupon pediu desculpas ao povo japonês pelo YouTube e admitiu que a empresa não soube administrar o volume do crescimento e enumerou medidas para recuperar a imagem da empresa no país.
O Groupon tem mais de 50 milhões de assinantes em 35 países em todo o mundo e recentemente conseguiu um financiamento de cerca de 1 Bilhão de dólares. O mesmo problema já havia ocorrido nos EUA, onde a empresa adquiriu políticas rígidas quanto ao número máximo de vouchers vendidos por oferta.
Via | Globo.com

Em 2016, Brasil dirá adeus às lâmpadas incandescentes

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Onde você estará em 2016? Talvez vendo seu filho nascer, ou comandando uma empresa gigantesca, ou simplesmente terminando a faculdade. Você também pode virar artista, mendigo, maluco, ou as três coisas de uma vez. Tudo é imprevisível, mas uma coisa nós sabemos: você estará aposentando de vez as lâmpadas incandescentes de sua casa – se você ainda morar no Brasil, ou tiver uma casa para morar e tal.
A medida, publicada no Diário Oficial da União, visa diminuir o consumo de energia pelas clássicas e quentes lâmpadas amarelas. Com o surgimento de opções mais econômicas – e por enquanto mais caras – no mercado, a lâmpada incandescente ainda representa 80% da iluminação das casas brasileiras. Com a substituição total por lâmpadas fluorescentes, a estimativa é que o país economize 10 terawatts por hora até 2030. Viu, vale a pena.
Ainda sobre as amarelinhas, se até 2016 nenhuma solução econômica surja, as lâmpadas incandescentes serão completamente banidas do mercado brasileiro. Prevejo o fim das casas amareladas – toda e qualquer casa do Brasil terá um clima de hospital.

Esta sopa está cozinhando...dentro de sua embalagem

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Vamos fazer um rápido exercício de associação: O que você pensa quando eu digo “wireless”? Minha resposta, a partir de 20 minutos atrás: uma xícara de sopa cozinhando instantaneamente quando colocada em uma superfície de carregamento sem fio. Enquanto ainda está em sua embalagem.
Com a tecnologia de carregamento sem fio eCoupled, a Fulton Innovations espera remover todos aqueles cabos desagradáveis que surgem da nossa vida com gadgets. Um objetivo nobre! E eles estão se saindo muito bem com seus amigos no Wireless Power Consortium. Para demonstrar, eles estão trazendo a tecnologia de carregamento sem fio direto para a embalagem. É isso mesmo. Coloque o seu lanche em uma bancada eCoupled, selecione a potência “baixa”, “média” ou “alta”…e é isso! Mágico! Eu não cozinharei mais até que isso se torne realidade.
A tecnologia também pode ser usada para obter as informações nutricionais dos produtos apenas colocando a caixa em cima da bancada. Mas voltando às embalagens mágicas que se cozinham automaticamente…

Dilma quer popularizar tablets no Brasil

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Enquanto o Eike Batista não traz as montadoras da Apple para o Brasil, o governo já pensa em tablets com preço mais popular, de até R$500. Será que as fabricantes brasileiras estão prontas para isto?
Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o novo ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo, disse o seguinte:
A Dilma falou assim: “chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular”. Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso.
A ideia é que fabricantes nacionais, possivelmente recebendo incentivos fiscais e de crédito, façam esses “tablets para todos”. Imaginamos que eles não sejam projetados aqui, e sim importados de países como a China – então tablets mais baratos não são exatamente irreais: o tablet Digle Web com Android era vendido por uma empresa brasileira a R$799, mas um modelo igual vem direto da China por R$299.
Dilma Rousseff é fã do iPad e de novas tecnologias, e quer massificar o acesso à internet. Tablets são uma forma de realizar isto: como sua principal função é consumir conteúdo, e como a ideia é sempre tê-los conectados à internet, se tivermos modelos nacionais mais baratos, poderíamos ver tablets por todo canto. Só tem um problema: a menos que o Plano Nacional de Banda Larga inclua um roteador Wi-Fi, será necessário incentivar as operadoras móveis a oferecer planos 3G para acompanhar o tablet. Como resolver este futuro problema?
Ainda não sabemos, mas um destaque da entrevista com Paulo Bernardo foi ver que o governo reconhece a qualidade ruim dos serviços de banda larga no Brasil:
A verdade é que o setor [de internet banda larga] fez opção de oferecer o serviço caro para poucos. E a banda é meio larga, porque a Coreia está discutindo um acesso de 1 giga, enquanto nós falamos de 1 mega.
Para começar a resolver esse problema – o “serviço caro para poucos” – o governo tem o Plano Nacional de Banda Larga, que vai oferecer, a partir de abril, planos mensais de R$15 a R$35, sempre com velocidade de 512 kbps – um serviço barato para muitos. O que muda nos planos é o consumo máximo de dados, que pode ir de 250MB até consumo ilimitado. Pode parecer pouco, mas é um começo.

Chineses criam relógio "inspirado" em iPod Nano

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O leitor do Eletronicoblog já sabe a regra: sempre que “China” e “inspiração” aparecem na mesma frase, entenda “cópia descarada”. Agora vem aí a versão chinesa do iPod Nano.
Já existem vários gadgets que fazem do iPod Nano um relógio de pulso (exemplo). Agora a China não só quer ter seus suporte de pulso como também criou seu próprio iPod Nano.
A versão chinesa, ainda em fase de protótipo, tem 1,8 polegadas, Bluetooth, rádio FM, suporte para e-books (ler livros no relógio… é tem loucopara tudo), entrada para cartão micro SD, plug para fone de ouvido e, pasmem, câmera.
E sim, a interface é uma cópia do iOS.
Via | Adrenaline

Samsung levará player de Blu-ray 3D "mais fino" à CES 2011

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O que define a maioria dos Blu-ray players geralmente não é a espessura, mas se você mora numa casa com teto baixo – ou se sua TV é alta demais – talvez você goste do novo player de Blu-ray 3D da Samsung, ainda sem nome. É bem fino, com seus 23mm de espessura, mas parece meio comprido. Tem algo menor aí não, Samsung?
A empresa aproveitou o anúncio do aparelho para se gabar sobre as vendas de Blu-ray players nos EUA: a Samsung diz estar “comandando” o mercado americano pelo segundo ano consecutivo, com 35% de participação de mercado entre janeiro e novembro.

Menor cidade do Brasil pode ser a 1ª do mundo 100% Facebook

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Borá, no interior de SP, com menos de mil habitantes, segundo o último Censo, pode ser a primeira cidade do planeta a estar totalmente no Facebook, com um perfil para cada habitante maior de 13 anos.
A ação é parte de uma campanha de marketing das balas Halls. Um grupo de jovens está encarregado de ater de porta em porta pedindo que os moradores se cadastrem no site.
A Halls também pretende fazer outros eventos marketeiros na cidade envolvendo Facebook e internet.
Via | Ip Journal

Vendas de notebooks vão ultrapassar desktops pela primeira vez no Brasil

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O computador desktop irá morrer – lenta, mas inexorável – há algum tempo: para consumidores médios, a combinação de mobilidade e bom preço que os laptops oferecem se torna cada vez mais atraente. E os números mostram que a previsão estava certa: neste ano, a venda de laptops vai ultrapassar os desktops no país pela primeira vez. Mas essa mudança no mercado de PCs pode ser ruim para a indústria brasileira. Por quê?
Porque as fabricantes brasileiras sofrem para acompanhar a concorrência das estrangeiras. Segundo Ivair Rodrigues, diretor de Estudos de Mercado da IT Data (e responsável pelos dados da Abinee), para montar desktops as fabricantes brasileiras compram peças no Brasil, algumas de fabricantes locais. Só que, para montar notebooks, elas normalmente importam kits, que precisam ser comprados em quantidade maior e pagos à vista.
Como é necessário mais dinheiro para entrar no mercado de notebooks, pequenas fabricantes brasileiras praticamente ficam de fora, e grandes fabricantes nacionais – como a Positivo – ficam numa situação apertada, tendo que reduzir lucros pra concorrer no mercado. No terceiro trimestre, o lucro da Positivo despencou 74,1%.
Segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), em 2010 devem ser vendidos 7,15 milhões de notebooks e 6,85 milhões de computadores de mesa. É a primeira vez que laptops ultrapassam os desktops em vendas: em 2009, foram vendidos 5,15 milhões de laptops e 6,85 milhões de desktops.
O desktop não vai sumir de uma hora para outra. Como bem explica Luiz Mascarenhas, diretor de produtos de consumo da HP, existem certos perfis de usuário que preferem o desktop: quem trabalha com arquitetura, editoração – e claro, PC gamers. Mas à medida que aparelhos móveis ganham espaço no mercado – notebooks, netbooks, smartphones, tablets – aquele gabinete desajeitado no canto da sala tem cada vez menos motivo para existir

Veja um trilho eletromagnético lançar um avião a 100 quilômetros por hora.

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Para não ficar para trás dos planos da NASA de lançar naves espaciais usando força eletromagnética, a Marinha dos EUA também pretende usar essa tecnologia para lançar jatos de caça partindo de porta-aviões. E eles acabam de testar com sucesso o lançamento de um F/A-18E Super Hornet.
O Sistema de Lançamento Eletromagnético de Aeronaves (EMALS, inglês), pode mover um avião de 45 mil quilos a mais de 100 quilômetros por hora numa pista com 90 metros de espaço. De acordo com a Marinha, o EMALS não é só um método menor e mais eficiente de lançamento de aviões se comparado às turbinas de vapor, ele também economiza 30% de energia no processo. A Marinha diz que eles utilizarão o sistema para lançar todas as aeronaves das transportadoras, incluindo caças de ataque e aviões de vigília de peso leve.




De acordo com o Danger Room, o EMALS será completamente implementado em todas as futuras transportadoras de aeronaves (a próxima implantação prevista de uma nova operadora será a USS Gerald R. Ford, em 2015). Enquanto isso, eles pretendem testar o sistema de lançamento com outras aeronaves, incluindo os aviões C-2 e T-45.

Pesquisa diz que ninguém se importa com 3D

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A Nielsen fez uma pesquisa mundial para medir o interesse das pessoas em comprar TVs 3D. O resultado: curiosamente os norte-americanos e europeus têm bem menos vontade de usar óculos engraçados do que latinos. E, no geral, menos de 10% dos pesquisados no mundo disse que vai comprar uma TV 3D ano que vem.
Os resultados, por região, estão aqui (LA é América Latina e NA América do Norte). O gráfico mais interessante é este:
O achado mais surpreendente é que 59% dos americanos disseram que definitivamente não vão comprar uma. Dá para descontar que uma porcentagem desse resultado se deva à confusão das pessoas: há gente que acha que “TV 3D” só toca coisas em 3D, quando na verdade elas são as melhores TVs normais E passam conteúdo 3D quando disponível. De todo modo, os resultados para a América Latina são estranhos. 17% dizendo que definitivamente vai comprar uma em 2011 e 5% afirmando que já tem? Imagino que os pesquisadores percorreram shoppings Iguatemis apenas.
Diante dos resultados da pesquisa, o GigaOm declara que a tecnologia 3D vai morrer mais rápido do que imaginamos. Outros acham que só vai fazer sentido quando dispensar óculos. E vocês?